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Se diante de nós o mar não se abrir , Deus fará que andemos sobre ele!
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Somos
um povo com: |
|
| • Mensagem e propósito: | A
mensagem da Igreja Adventista do Sétimo Dia está centralizada em Jesus.
O evangelho eterno, a graça da salvação oferecida pelo extraordinário
amor de Deus revelado na vida vitoriosa, morte vicária e ressurreição
triunfante de Cristo. A grande esperança da Igreja é o advento de Cristo, concretização da promessa do Senhor “Virei outra vez” para levar Seu povo a um novo lar; a verdade presente sobre o ministério contemporâneo de Cristo no Céu, atuando como advogado e Sumo Sacerdote para aqueles que O aceitarem como Salvador pessoal, perdoando os pecados num oferecimento de significado especial, sem precedentes, para tornar o povo sadio, santo e feliz. |
| Missão: | A
missão da Igreja é anunciar as boas novas ao mundo no contexto da mensagem
dos três anjos de Apocalipse 14:6-12, levando as pessoas a aceitar a Jesus
como Salvador pessoal e unirem-se à Sua Igreja na preparação para Sua
breve volta. Esta é a mensagem universal, para todos, em todas as partes. A “cada nação, e tribo, e língua e povo”; a cada cidade, a cada vila; a cada país, comunidade, colônia e “criatura”. Isto é, a cada pessoa (Marcos 16:15). |
| Regra de fé: | A
Igreja Adventista do Sétimo Dia entende que seu surgimento “no tempo do
fim” foi especificamente definido pela profecia bíblica. A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem como regra de fé, a Bíblia, a Palavra de Deus preservada ao longo dos séculos para a orientação da humanidade no caminho de volta ao Lar, para alcançar a vida eterna. João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu filho unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. |
| História: | A
Igreja teve seu início modesto composto por homens e mulheres de várias
denominações, tementes a Deus e que pelo estudo da Bíblia alcançaram
a compreensão de que Jesus em breve cumpriria Sua promessa de regressar
ao mundo. Foi um começo tumultuado com várias pessoas sendo expulsas
de sua igreja porque haviam abraçado uma mensagem mais ampla através
do estudo da Bíblia. Este é o nome e o porquê do mesmo. |
| A Igreja hoje: | Hoje a Igreja Adventista do Sétimo Dia é um corpo organizacional estabelecido praticamente no mundo todo com ao redor de 12 milhões de membros. São
3 os níveis administrativos da Organização: |
| Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como o seu único credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas crenças, do modo como são aqui apresentadas, constituem a compreensão e a expressão do ensino das Escrituras por parte da igreja. Poderão esperar-se revisões a estas declarações numa sessão da Associação Geral, sempre que a igreja seja levada pelo Espírito Santo a uma compreensão mais completa da verdade bíblica ou encontre melhor linguagem para expressar os ensinos da Santa Palavra de Deus. | ||
| 1. As Escrituras Sagradas. | As Escrituras Sagradas, o Velho e o Novo Testamentos, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para a salvação. As Escrituras Sagradas são a infalível revelação da Sua vontade. Constituem o padrão do caráter, a prova da experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registo fidedigno dos atos de Deus na História. (II Ped. 1:20, 21; II Tim. 3:16, 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5, 6; Isa. 8:20; João 17:17; I Tess. 2:13; Heb. 4:12.) | |
| 2. A Trindade. | Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, omnipotente, omnisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e está além da compreensão humana, mas é conhecido por meio da Sua própria revelação. É para sempre dígno de culto, adoração e serviço por parte de toda a criação. (Deut. 6:4; Mat. 28:19; II Cor. 13:13; Efés. 4:4-6; I Ped. 1:2; I Tim. 1:17; Apoc. 14:7.) | |
| 3. O Pai. | Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em constante amor e fidelidade. As qualidades e os poderes manifestados no Filho e no Espírito Santo também constituem revelações do Pai. (Gên. 1:1; Apoc. 4:11; I Cor. 15:28; João 3:16; I João 4:8; I Tim. 1:17; Êxo. 34:6, 7; João 14:9.) | |
| 4. O Filho. | Deus, o Filho Eterno, encarnou em Jesus Cristo. Por meio d'Ele foram criadas todas as coisas, é revelado o carácter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo para sempre verdadeiramente Deus, Ele tornou-Se também verdadeiramente homem, Jesus, o Cristo. Foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem Maria. Viveu e experimentou a tentação como ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Pelos Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz pelos nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final do Seu povo e a restauração de todas as coisas. (João 1:1-3, 14; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 6:23; II Cor. 5:17-19; João 5.22; Luc. 1:35; Filip. 2:5-11; Heb. 2:9-18; I Cor. 15:3, 4; Heb. 8:1, 2; João 14:1-3.) | |
| 5. O Espírito Santo. | Deus, o Espírito Eterno, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e transformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre com os Seus filhos, Ele concede dons espirituais à igreja, habilita-a a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a em toda a verdade. (Gên. 1:1, 2; Luc. 1:35; 4:18; Actos 10:38; II Ped. 1:21; II Cor. 3:18; Efés. 4:11, 12; Atos 1:8; João 14:16-18, 26; 15:26, 27; 16:7-13.) | |
| 6. A Criação. | Deus é o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua actividade criadora. O Senhor fez em seis dias «os céus e a Terra» e tudo o que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu o Sábado como perpétuo monumento comemorativo da Sua esmerada obra criadora. O primeiro homem e a primeira mulher foram formados à imagem de Deus como obra-prima da Criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-se-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído era «muito bom», proclamando a glória de Deus. (Gên, 1; 2; Êxo. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6, 9; 104; Heb. 11:3.) | |
| 7. A Natureza do Homem. | O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com uma individualidade, o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e espírito, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando os nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, negaram a sua dependência d'Ele e caíram da sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Os seus descendentes partilham dessa natureza caída e das suas consequências. Nascem com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou consigo o mundo e por meio do Seu Espírito restaura nos mortais penitentes a imagem do seu Criador. Criados para a glória de Deus, eles são chamados para amá-Lo e uns aos outros, e para cuidar do seu ambiente. (Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8; Atos 17:24-28; Gên. 3; Sal. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19, 20; Sal. 51:10; I João 4:7, 8, 11, 20; Gên.. 2:15.) | |
| 8. O Grande Conflito. | Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao carácter de Deus, a Sua lei e a Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria se tornou Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e na sua consequente devastação por ocasião do dilúvio mundial. Observado por toda a criação, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar o Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os anjos leais, para o guiar, proteger e amparar no caminho da salvação. (Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12-14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 3; Rom. 1:19-32; 5:12-21; 8:19-22; Gên. 6-8; II Ped. 3:6; I Cor. 4:9; Heb. 1:14.) | |
| 9. A Vida, a Morte e a Ressurreição de Cristo. | Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e no Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a justiça da lei de Deus e a benignidade do Seu carácter; pois ela não somente condena o nosso pecado mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Ela proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo o joelho, no Céu e na Terra. (João 3:16; Isa. 53; I Ped. 2:21, 22; I Cor. 15:3, 4, 20-22; II Cor. 5:14, 15, 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3, 4; I João 2:2; 4:10; Col. 2:15; Filip. 2:6-11.) | |
| 10. A Experiência da Salvação. | No Seu infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse pecado por nós, para que n'Ele fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos a nossa necessidade, reconhecemos a nossa pecaminosidade, arrependemo-nos das nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação advém do divino poder da Palavra e é um dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados, adoptados como filhos e filhas de Deus, e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova a nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor no nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo n'Ele, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no Juízo. (II Cor. 5:17-21; João 3:16; Gál. 1:4; 4:4-7; Tito 3:3-7; João 16:8; Gál. 3:13, 14; I Ped. 2:21, 22; Rom. 10:17, Luc. 17:5, Mar. 9:23, 24; Efés. 2:5-10; Rom. 3:21-26; Col. 1:13:14; Rom. 8:14-17; Gál. 3:26; João 3:3-8; I Ped. 1:23; Rom. 12:2; Heb. 8:7-12; Ezeq. 36:25-27; II Ped. 1:3, 4; Rom. 8:1-4; 5:6-10.) | |
| 11. A Igreja. | A igreja é a comunidade dos crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Em continuidade do povo de Deus nos tempos do Velho Testamento, somos chamados para fora do mundo; e nos unimos para prestar culto, para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para o serviço a toda a humanidade e para a proclamação mundial do evangelho. A igreja recebe a sua autoridade de Cristo, o qual é a Palavra encarnada, e das Escrituras, que são a Palavra escrita. A igreja é a família de Deus. Adotados por Ele como filhos, os seus membros vivem com base no novo concerto. A igreja é o corpo de Cristo, uma comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a Cabeça. A igreja é a Noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse santificá-la e purificá-la. Na Sua volta triunfal, Ele a apresentará a Si mesmo igreja gloriosa, os fiéis de todos os séculos, a aquisição do Seu sangue, sem mácula nem ruga, porém santa e sem defeito. (Gên. 12:3; Actos 7;38; Efés. 4:11-15; 3:8-11; Mat. 28:19, 20; 16:13-20; 18:18; Efés. 2:19-22; 1:22, 23; 5:23-27; Col. 1:17, 18.) | |
| 12. O Remanescente e a sua Missão. | A igreja universal compõe-se de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, tempo de ampla apostasia, um remanescente foi chamado a separar-se, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação do Seu segundo advento. Esta proclamação é simbolizada pelos três anjos de Apocalipse 14; coincide com a obra do julgamento no Céu e resulta numa obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo o crente é convidado a ter uma parte pessoal neste testemunho mundial. (Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; II Cor. 5:10; Judas 3, 14; I Ped. 1:16-19; II Ped. 3:10-14; Apoc. 21: 1-14.) | |
| 13. Unidade no Corpo de Cristo. | A igreja é um corpo com muitos membros, chamados de toda a nação, tribo, língua e povo. Em Cristo somos uma nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre grandes e pequenos, ricos e pobres, homens e mulheres, não devem ser motivo de dissensões entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Esta unidade encontra a sua fonte na unidade do Deus triuno, que nos adoptou como Seus filhos. (Rom. 12:4, 5; I Cor. 12:12-14; Mat. 28:19, 20; Sal. 133:1; II Cor. 5:16, 17; At. 17:26, 27; Gál. 3:27, 29; Col. 3:10-15; Efés. 4:14-16; 4:1-6; João 17:20-23.) | |
| 14. O Batismo. | Pelo
Batismo confessamos a nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo,
e atestamos a nossa morte para o pecado e o nosso propósito de andar em
novidade de
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|
|
| 15. A Ceia do Senhor. | A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé n'Ele, nosso Senhor e Salvador. Nesta experiência de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com o Seu povo e fortalecê-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do Senhor até que Ele volte. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a cerimónia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir os nossos corações em amor. O Serviço da comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos. (I Cor. 10:16, 17; 11:23-30; Mat: 26:17-30; Apoc. 3:20; João 6:48-63; 13:1-17.) | |
| 16. Dons e Ministérios Espirituais. | Deus concede a todos os membros da Sua igreja, em todas as épocas, dons espirituais que cada membro deve empregar em amoroso ministério para o bem comum da igreja e da humanidade. Sendo outorgados pela actuação do Espírito Santo, o qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a igreja necessita para cumprir as suas funções divinamente ordenadas. De acordo com as Escrituras, esses dons abrangem ministérios como a fé, cura, profecia, proclamação, ensino, administração, reconciliação, compaixão, serviço abnegado e caridade, para ajuda e comunicação de ânimo às pessoas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino, especialmente necessários para habilitar os membros para o serviço, edificar a igreja com vistas à maturidade espiritual e promover a unidade da fé e do conhecimento de Deus. Quando os membros utilizam esses dons espirituais como fiéis despenseiros da multiforme graça de Deus, a igreja é protegida contra a influência demolidora das falsas doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é edificada na fé e no amor. (Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27, 28; Efés. 4:8, 11-16; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I Ped. 4:10, 11; Col. 2:19.) | |
| 17. O Dom de Profecia. | Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como mensageira do Senhor, os seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo o ensino e experiência. (Joel 2:28 e 29; Actos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12:17; 19:10.) | |
| 18. A Lei de Deus. | Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios para todas as pessoas, em todas as épocas. Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com o Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas o seu fruto é a obediência aos mandamentos. Esta obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência do nosso amor ao Senhor e da nossa solicitude pelos nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão. (Êxo.20:1-17; Sal. 40:7, 8; Mat. 22:36-40; Deut. 28:1-14; Mat. 5:17-20; Heb. 8:8-10; João 16:7-10; Efés. 2:8-10; I João 5:3; Rom. 8:3, 4; Sal. 19:7-14.) | |
| 19. O Sábado. | O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o Sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da imutável lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e de uns com os outros. É um símbolo da nossa redenção em Cristo, um sinal da nossa santificação, uma prova da nossa lealdade e um antegozo do nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é o sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com o Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do pôr-do-sol ao pôr-do-sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus. (Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; Luc. 4:16; Isa. 56:5, 6; 58:13,14; Mat. 12:1-12; Êxo. 31:13-17; Ezeq. 20:12, 20; Deut. 5:12-15; Heb. 4:1-11; Lev. 23:32; Mar. 1:32.) | |
| 20. A Mordomia. | Somos despenseiros de Deus, responsáveis perante Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por meio de fiel serviço a Ele e aos nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação do Seu evangelho e para a manutenção e o crescimento da Sua igreja. A mordomia é um privilégio que Deus nos concede para o desenvolvimento no amor e para a vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo regozija-se nas bênçãos que advêm aos outros como resultado da sua fidelidade. (Gên. 1:26-28; 2:15; I Crón. 29:14; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; I Cor. 9:9-14; Mat. 23:23; Rom. 15:26, 27.) | |
| 21. A Conduta Cristã. | Somos chamados para ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter do nosso Senhor, nós só nos envolvemos naquelas coisas que produzirão na nossa vida pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo. Isto significa que as nossas diversões e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões do gosto e da beleza cristãos. Embora reconheçamos diferenças culturais, o nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranquilo. Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Juntamente com adequado exercício e repouso, devemos adotar a alimentação mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alcoólicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais ao nosso corpo, também devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo que submeta os nossos pensamentos e o nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual deseja a nossa integridade, alegria e bem-estar. (Rom. 12:1, 2; I João 2:6; Efés. 5:1-21; Fil. 4:8; II Cor. 10:5; 6:14 a 7:1; I Ped. 3:1-4; I Cor. 6:19, 20; 10:31; Lev. 11:1-47; III João 2.) | |
| 22. O Casamento e a Família. | O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus, bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. Mútuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve reflectir o amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e a Sua igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outra, comete adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e da instrução da igreja. Deus abençoa a família e tenciona que os seus membros se ajudem um ao outro a alcançar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos ensinando-os a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, devem ensinar-lhes que Cristo é um disciplinador amoroso, sempre terno e solícito, desejando que eles se tornem membros do Seu corpo, a família de Deus. A crescente intimidade familiar é uma das características da mensagem final do evangelho. (Gên. 2:18-25; Mat. 19:3-9; João 2:1-11; II Cor. 6:14; Efés. 5:21-33; Mat. 5:31 e 32; Mar. 10:11, 12; Luc. 16:18; I Cor. 7:10, 11; Êxo. 20:12; Efés. 6:1-4; Deut. 6:5-9; Prov. 22:6; Mal. 4:5, 6.) | |
| 23. O Ministério de Cristo no Santuário Celestial. | Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios do Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou o Seu ministério intercessório por ocasião da Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa do Seu ministério expiatório. É uma obra de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo o pecado, prefigurada pela purificação do antigo santuário hebraico, no Dia da Expiação. Nesse serviço típico, o santuário era purificado com o sangue de sacrifícios de animais, mas as coisas celestiais são purificadas com o perfeito sacrifício do sangue de Jesus. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, n'Ele, considerado digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, permanece em Cristo, guardando os mandamentos de Deus e a fé de Jesus, estando, portanto, n'Ele, preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. Este julgamento vindica a justiça de Deus em salvar os que crêem em Jesus. Declara que os que permaneceram leais a Deus receberão o reino. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo Advento. (Heb. 8:1-5; 4:14-16; 9:11-28; 10:19-22; 1:3; 2:16; 17; Dan. 7:9-27; 8:13, 14; 9:24-27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Lev. 16; Apoc. 14:6, 7; 20:12; 14:12; 22:12.) | |
| 24. A Segunda Vinda de Cristo. | A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que a vinda de Cristo é iminente. O tempo exacto desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar continuamente preparados. (Tito 2:13; Heb. 9:28; João 14:1-3; Act. 1:9-11; Mat. 24:14; Apoc. 1:7; Mat. 26:43-44; I Tess. 4:13-18; I Cor. 15:51-54; II Tess. 1:7-10; 2:8; Apoc. 14:14-20; 10:11-21; Mat. 24; Mar. 13; Luc. 21; II Tim. 3:1-5; I Tess. 5:1-6.) | |
| 25. A Morte e a Ressurreição | . O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna aos Seus remidos. Até àquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. Quando Cristo, que é a nossa vida, Se manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos serão glorificados e arrebatados para o encontro com o seu Senhor. A segunda ressurreição, a ressurreição dos ímpios, ocorrerá mil anos mais tarde. (Rom. 6:23; I Tim. 6:15 e 16; Ecles. 9:5, 6; Sal. 146:3, 4; João 11:11-14; Col. 3:4; I Cor. 15:51-54; I Tess. 4:13-17; João 5:28, 29; Apoc. 20:1-10.) | |
| 26. O Milénio e o Fim do Pecado. | O milénio é o reinado de mil anos, de Cristo com os Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos; a Terra estará completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas ocupada por Satanás e pelos seus anjos. No fim desse período, Cristo com os Seus santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e os seus anjos, cercarão a cidade; mas fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. (Apoc. 20; I Cor. 6:2, 3; Jer. 4:23-26; Apoc. 21:1-5; Mal. 4:1; Ezeq. 28:18, 19.) | |
| 27. A Nova Terra. | Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para a vida, amor, alegria, e aprendizado eternos, na Sua presença. Pois aqui o próprio Deus habitará com o Seu povo, e o sofrimento e a morte terão passado. O grande conflito estará terminado e não mais existirá o pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declararão que Deus é amor; e Ele reinará para todo o sempre. Ámen. (II Ped. 3:13; Isa. 35; 65:17-25; Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15.) | |
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Esse site não tem fins lucrativos , tao pouco a pessoa que o fez ganha algo com isso , o que realmente ganhamos é a satisfação de mostrar nossos pensamentos e a mensagem da religião cristâ.Nossa denominação chama-se Adventista do sétimo Dia.Neste site encontra-se nossas doutrinas e toda nossa crença.Nossa igreja é aberta e está e abrir seus braços mostrando Jesus Cristo à qualquer pessoa.Portanto esse site tem um carater de agradecimento pessoal a Deus por tudo que Ele fez.Assim como esta escrito no pop-up que se abriu anteriormente.Esse site também vem ajudar o irmão Miguel Bispo dos Sabtos em sua missão.
Desde já agradeco a compreenção deste site! ( L.M.M )